Era o que Faltava

Temporada 2

2021-04-08

Diogo Beja (com Exclusivo Online)

 

Para um germofóbico, lidar com os procedimentos da pandemia 'é uma quarta feira'

Diogo Beja começou na Rádio Piranha aos 15 anos e passou por mais umas quantas rádios do Ribatejo. Estudou no Técnico, mas rapidamente largou a engenharia informática para brincar com os botões. Ganhou um casting para trabalhar na Rádio Comercial, esteve uns aninhos na Antena 3, mas em 2015, bom filho à casa torna e, desde então, apresenta, o Já Se Faz Tarde ao lado da Joana Azevedo.

Também fez televisão, como no Curto Circuito ou enquanto o primeiro papagaio cheio de vernáculo no Cabaret da Coxa. É professor (mestre) de rádio e poderíamos dizer que o diafragma é a sua paixão - o da lente fotográfica e o da respiração, para ter este vozeirão. 

Para um germofóbico assumido, lidar com as novas regras de higiene impostas pela pandemia é “perfeito, isto para mim é uma quarta feira, porque entrámos no plano daquilo que eu sempre fui, de ter preocupação com os germes”. Os cuidados com os germes não são de agora, “eu era gozado na rádio, chegava uma encomenda, eu abria a encomenda, lá ia eu lavar as mãos e as pessoas diziam,” Lá vai o Diogo outra vez lavar as mãos””. 

O Já se Faz Tarde, programa que faz com a Joana Azevedo está quase a fazer seis anos e há ouvintes que se têm tornado presença assídua, “temos um ouvinte, que é o Luís, um ouvinte do norte, é aquele que fala sempre dos golos do Jardel, e há pessoas que já o imitam”. 

Há mais coisas que se tornaram icónicas no programa, “por exemplo adivinhas que tiveram respostas completamente ridículas e que passaram anos e as pessoas continuam”. Desde o início houve alguém que começou a responder à Adivinha da Joana, rissóis de carne, “de vez em quando aparece alguém a dizer que a resposta a isso é claramente rissóis de carne, é uma coisa que já tem quase 6 anos, as pessoas ainda falam sobre isso”.