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Proteção Civil admite situação complexa na Serra da Estrela e meteorologia desfavorável

Ao final da manhã estavam no terreno 1.049 operacionais, com 21 grupos de reforço dos corpos de bombeiros, 160 operacionais da força especial de proteção civil, 96 agendes das companhias da Guarda Nacional Republicana.

Proteção Civil  admite situação complexa na Serra da Estrela e meteorologia desfavorável
Agência Lusa

O comandante nacional de Emergência e Proteção Civil reconheceu hoje que a situação na Serra da Estrela, onde lavra um incêndio há mais de uma semana, se mantém complexa e as previsões meteorológicas são desfavoráveis.

"Neste momento, a ocorrência encontra-se ativa. É um incêndio bastante partido, com grande potencialidade de ter novas aberturas e novas frentes", disse André Fernandes.

O comandante nacional fez hoje pelas 12:00 um ponto de situação sobre os incêndios em Portugal na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) em Carnaxide, concelho de Oeiras (Lisboa), destacando o incêndio que deflagrou no dia 06 de agosto em Garrocho, no concelho da Covilhã, e se alastrou para outras zonas da Serra da Estrela.

Reconhecendo que as características da zona dificultam o combate, explicou que a situação é complexa e que a prioridade é a estabilização do incêndio, um trabalho que disse ser difícil também devido às previsões meteorológicas desfavoráveis.

"A estratégia que está definida é aproveitar as janelas de oportunidade existentes para estabilizar a progressão do incêndio", afirmou.

Ao final da manhã estavam no terreno 1.049 operacionais, com 21 grupos de reforço dos corpos de bombeiros, 160 operacionais da força especial de proteção civil, 96 agendes das companhias da Guarda Nacional Republicana.