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Festival Tremor regressa aos Açores em abril do próximo ano

O festival Tremor regressa entre 5 e 9 de abril de 2022 à ilha de São Miguel, nos Açores, anunciou hoje a organização.

Pixabay
Agência Lusa

 O festival Tremor regressa entre 05 e 09 de abril de 2022 à ilha de São Miguel, nos Açores, anunciou hoje a organização, que faz um balanço "francamente positivo" da edição deste ano, apesar das restrições impostas.

A ilha de São Miguel vai receber a oitava edição do festival Tremor, para mais cinco dias de espetáculos e concertos, cujo cartaz deverá ser anunciado no início do próximo ano, mas os bilhetes estão já à venda por um valor de 60 euros.

Da edição deste ano, que decorreu entre os dias 07 e 11 de setembro, fica um balanço "francamente positivo", atendendo às "circunstâncias" que "impuseram novas regras de ação ao festival e aos seus espectadores", o que se ficou a dever principalmente ao público e a toda a equipa que montou o evento.

"Foram cinco dias de concertos, exposições e atividades de cruzamento artístico que envolveram um total de 500 pessoas por dia, entre terça e quinta, e 750 nos dias de fim de semana, num festival com lotação esgotada e estrutura adaptada", revela a organização em comunicado.

Segundo os promotores do festival, esta sétima edição do Tremor trouxe mais de 30 artistas até Ponta Delgada, Ribeira Grande, Vila Franca do Campo e outros pontos geográficos da ilha, "num sinal claro da retoma de um setor altamente fustigado pela pandemia".

"Destaque especial para as duas residências artísticas de continuidade do festival, que envolveram 60 pessoas em projetos de criação artística original, assim como para a forte presença de artistas nacionais, açorianos e continentais, no cartaz", acrescentam.

Apesar de já ter terminado, o Tremor vai estender-se em São Miguel com a continuidade de parte da exposição "Epicentro: Promessa", que integrou trabalhos de vários artistas.

Assim, até ao final do mês, vai ficar patente na Vaga a obra de Gregory Le Lay, ao passo que os trabalhos da dupla Beatriz Brum e João Pais Filipe, bem como do coletivo berru ficarão instalados em cinco reservas naturais até ao fim de vida das obras.