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Mundial2022: Recordes e curiosidades em números

Brasil é o país com mais títulos mundiais.

Mundial2022: Recordes e curiosidades em númerosEPA/MOHAMED ALI ABDELWAHID
Redação / Agência Lusa

RECORDES DE PAÍSES E DE CAMPEONATOS

Mais títulos: 5 - Brasil (1958, 1962, 1970, 1994, 2002).

Mais títulos consecutivos: 2 - Itália (1934, 1938) e Brasil (1958, 1962).

Maior número de anos entre títulos: 44 - Itália (1938 e 1982).

Mais títulos por uma confederação: 12 - UEFA (1934, 1938, 1954, 1966, 1974, 1982, 1990, 1998, 2006, 2010, 2014, 2018).

Mais títulos consecutivos por confederação: 4 - UEFA (2006, 2010, 2014, 2018).

Mais títulos anfitrião: 1 - Uruguai (1930), Itália (1934), Inglaterra (1966), RFA (1974), Argentina (1978) e França (1998).

Melhor classificação de um campeão: 1 - Itália (1938) e Brasil (1962).

Mais finais: 8 - Alemanha/RFA (1954, 1966, 1974, 1982, 1986, 1990, 2002, 2014).

Mais finais consecutivas: 3 - RFA (1982, 1986, 1990) e Brasil (1994, 1998, 2002).

Mais finais sem nunca perder: 2 - Uruguai (1930, 1950).

Maior número de anos entre presenças na final: 48 - Argentina (1930 e 1978).

Mais vezes vice-campeão: 4 - Alemanha/RFA (1966, 1982, 1986, 2002).

Mais vezes vice-campeão sem título: 3 - Países Baixos (1974, 1978, 2010).

Mais finais perdidas consecutivamente: 2 - Países Baixos (1974, 1978) e RFA (1982, 1986).

Mais vezes terceiro: 4 - Alemanha/RFA (1934, 1970, 2006, 2010).

Mais vezes no pódio: 12 - Alemanha/RFA (1934, 1954, 1966, 1970, 1974, 1982, 1986, 1990, 2002, 2006, 2010, 2014).

Mais vezes consecutivs no pódio: 4 - Alemanha (2002, 2006, 2010, 2014).

Mais vezes no pódio sem título: 4 - Países Baixos (1974, 1978, 2010, 2014).

Maior número de anos entre presenças no pódio: 48 - Argentina (1930 e 1978).

Mais vezes quarto: 3 - Uruguai (1954, 1970, 2010).

Mais vezes no 'top 4': 13 - Alemanha/RFA (1934, 1954, 1958, 1966, 1970, 1974, 1982, 1986, 1990, 2002, 2006, 2010, 2014).

Mais vezes consecutivas no 'top 4': 4 - Alemanha (2002, 2006, 2010, 2014).

Maior número de anos entre presenças no 'top 4': 60 - Espanha (1950 e 2010).

Mais vezes no 'top 4' sem título: 5 - Países Baixos (1974, 1978, 1998, 2010, 2014).

Mais vezes eliminado nas meias-finais: 5 - Alemanha/RFA (1934, 1958, 1970, 2006, 2010).

Mais vezes no 'top 8': 18 - Brasil (1930, 1938, 1950, 1954, 1958, 1962, 1970, 1974, 1978, 1982, 1986, 1994, 1998, 2002, 2006, 2010, 2014) e Alemanha/RFA (1934, 1954, 1958, 1962, 1966, 1970, 1974, 1978, 1982, 1986, 1990, 1994, 1998, 2002, 2006, 2010, 2014, 2018).

Mais vezes consecutivas no 'top 8': 16 - Alemanha/RFA (1954, 1958, 1962, 1966, 1970, 1974, 1978, 1982, 1986, 1990, 1994, 1998, 2002, 2006, 2010, 2014).

Maior número de anos entre presenças no 'top 8': 72 - Estados Unidos (1930 e 2002).

Mais vezes eliminado nos quartos de final (ou fase equivalente): 8 - Inglaterra (1950, 1954, 1962, 1970, 1982, 1986, 2002, 2006).

Mais vezes no 'top 16': 21 - Brasil (todas as edições).

Mais vezes eliminado nos oitavos de final (ou fase equivalente): 14 - México (1930, 1950, 1954, 1958, 1962, 1966, 1978, 1994, 1998, 2002, 2006, 2010, 2014, 2018).

Mais vezes eliminado na primeira fase: 8 - Coreia do Sul (1954, 1986, 1990, 1994, 1998, 2006, 2014, 2018) e Escócia (1954, 1958, 1974, 1978, 1982, 1986, 1990, 1998).

Melhor classificação sem qualquer vitória: 8 - República da Irlanda (1990).

Melhor classificação com apenas uma vitória: 4 - Suécia (1938) 

Pior classificação de um campeão: Eliminação na fase de grupos - Itália (1950), Brasil (1966), França (2002), Itália (2010), Espanha (2014), Alemanha (2018).

Pior classificação de um anfitrião: 20 - África do Sul (2010).

Mais participações: 21 - Brasil (totalista).

Mais participações consecutivas: 21 - Brasil (totalista).

Melhor classificação de um estreante: 1 - Uruguai (1930) e Itália (1934).

Melhor classificação de um estreante depois de 1934: 3 - Portugal (1966) e Croácia (1998).

Mais participações sem título e sem chegar à final ou às meia-finais: 16 - México (1930, 1950, 1954, 1958, 1962, 1966, 1970, 1978, 1986, 1994, 1998, 2002, 2006, 2010, 2014, 2018).

Mais participações sem eliminações na primeira fase: 3 - República da Irlanda (1990, 1994, 2002).

Mais participações sem ultrapassar a primeira fase: 8 - Escócia (1954, 1958, 1974, 1978, 1982, 1986, 1990, 1998).

Mais participações sem nunca vencer um jogo: 3 - Bolívia (1930, 1950, 1994), Honduras (1982, 2010, 2014) e Egito (1934, 1990, 2018).

Menos participações com título: 14 - Uruguai (1930, 1950).

Menos participações com presença na final: 5 - Croácia (2018).

Menos participações com presença nas meias-finais: 2 - Turquia (2002).

Menos participações com presença nos quartos de final: 1 - Cuba (1938), RDA (1974) e Ucrânia (2006).

Maior número de anos entre participações: 64 - País de Gales (1958 e 2022).

Mais jogos disputados: 109 - Alemanha/RFA e Brasil.

Menos jogos disputados: 1 - Antilhas Holandesas.

Mais vitórias: 73 - Brasil.

Mais empates: 21 - Inglaterra e Itália.

Mais derrotas: 27 - México.

Mais pontos (três por vitória): 237 - Brasil.

Mais pontos por jogo: 2,17 - Brasil.

Mais vitórias consecutivas: 11 - Brasil (sete em 2002 e quatro em 2006).

Mais vitórias num edição: 7 - Brasil (2002).

Mais vitórias numa edição sem conseguir o título: 6 - Países Baixos (2010).

Mais vitórias em jogos a eliminar, incluindo no desempate por penáltis e em finais: 35 - Alemanha/RFA.

Mais vitórias sobre anteriores campeões: 3 - Brasil (1970), Itália (1982), Argentina (1986) e Alemanha (2010, 2014).  

Menos vitórias de um campeão: 3 - Uruguai (1950).

Mais jogos sem vencer de um campeão: 3 - Itália (1982).

Mais jogos consecutivos sem perder: 13 - Brasil (seis em 1958, seis em 1962 e um em 1966).

Mais jogos contra anteriores campeões sem perder: 4 - Argentina (1986).

Mais empates consecutivos: 5 - Bélgica (três em 1998 e dois em 2002). 

Mais empates consecutivos na mesma edição: 4 - República da Irlanda (1990).

Mais jogos consecutivos sem empates: 16 - Portugal (seis em 1966, três em 1986, três em 2002 e quatro em 2006).

Mais equipas invictas numa edição: 5 - Argentina, França, Inglaterra, Itália e Suíça (2006).

Menos equipas invictas numa edição: 0 - 1954.

Mais derrotas de um campeão: 1 - RFA (1954, 1974), Argentina (1978) e Espanha (2010).

Mais derrotas consecutivas: 9 - México (três em 1930, três em 1950, duas em 1954 e uma 1958).

Mais derrotas numa edição: 3 - 28 seleções, incluindo três vezes o México (1930, 1950, 1978).

Mais derrotas em jogos a eliminar, incluindo no desempate por penáltis e em finais: 14 - Alemanha/RFA.

Mais jogos consecutivos sem ganhar e mais jogos consecutivos sem ganhar desde a estreia: 17 - Bulgária (três em 1962, três em 1966, três em 1970, três em 1974, quatro em 1986 e um em 1994).

Mais jogos só com derrotas: 6 - El Salvador (1970, 1982).

Mais jogos sem qualquer vitória: 9 - Honduras (1982, 2010, 2018).

Mais edições sem sofrer qualquer derrota: 7 - Brasil (1958, 1962, 1970, 1978, 1986, 1994, 2002).

Mais vezes eliminado sem perder qualquer jogo: 3 - Inglaterra (1982, 1990, 2006).

Mais vezes eliminado sem conseguir qualquer vitória: 6 - México (1930, 1950, 1954, 1958, 1966 e 1978) e Bulgária (1962, 1966, 1970, 1974, 1986 e 1998).

Mais jogos sem vitória numa edição: 5 - Jugoslávia (1974), Argentina (1974), RFA (1978), Bélgica (1986), República da Irlanda (1990) e Argentina (1990).

Mais jogos sem vitória nos 90 minutos numa edição: 6 - Bélgica (1986) e Inglaterra (1990).

Maior número de jogos entre duas seleções: 7 - Brasil-Suécia (1938, 1950, 1958, 1978, 1990, 2x1994), Alemanha/RFA-Jugoslávia/Sérvia (1954, 1958, 1962, 1974, 1990, 1998, 2010) e Argentina-Alemanha/RFA (1958, 1966, 1986, 1990, 2006, 2010, 2014).

Maior número de jogos entre duas seleções sem derrotas de uma delas: 7 - Brasil-Suécia (1938, 1950, 1958, 1978, 1990, 2x1994) - o Brasil soma cinco vitórias e dois empates.

Maior número de jogos entre duas seleções só com vitórias de uma delas: 5 - Argentina-Nigéria (1994, 2002, 2010, 2014, 2018) - a Argentina ganhou os cinco jogos.

Maior nímero de jogos entre duas seleções a eliminar, sempre com apuramento da mesma: 4 - Brasil-Chile (1962, 1998, 2010, 2014) - o Brasil qualificou-se sempre.

Maior número de jogos entre duas seleções em edições consecutivas: 5 - Itália-Argentina (1974, 1978, 1982, 1986, 1990).

Maior número de jogos entre duas seleções na final: 3 - Argentina-Alemanha/RFA (1986, 1990, 2014).

Maior número de jogos a eliminar entre duas seleções, incluindo finais: 5 - Argentina-Alemanha/RFA (1986, 1990, 2006, 2010, 2014).

Maior números de jogos entre duas seleções na fase de grupos: 5 - Brasil-Jugoslávia/Sérvia (1930, 1950, 1954, 1974, 2018) e Argentina-Nigéria (1994, 2002, 2010, 2014, 2018).

Mais golos marcados: 229 - Brasil.

Melhor média de golos marcados: 2,72 - Hungria (87 em 32 jogos).

Mais golos sofridos: 125 - Alemanha/RFA.

Menos golos sofridos: 2 - Angola (2006).

Melhor média de golos sofridos: 0,67 - Angola (2 em 3 jogos).

Pior média de golos sofridos: 6,0 - Antilhas Holandesas (6 num jogo).

Maior diferença de golos: 124 - Brasil (229-105).

Pior diferença de golos: -38 - México (60-98).

Menos golos marcados: 0 - Antilhas Holandesas (1938), Zaire (1974), Canadá (1986), China (2002) e Trindade e Tobago (2006).

Mais golos num jogo por uma equipa: 10 - Hungria (10-1 a El Salvador, em 1982).

Maiores goleadas: 9 - Hungria-El Salvador, 10-1 (1982), Hungria-Coreia do Sul, 9-0 (1954) e Jugoslávia-Zaire, 9-0 (1974).

Maiores recuperações: 3 - Áustria (0-3 para 7-5 com a Suíça, em 1954) e Portugal (0-3 para 5-3 com a Coreia do Norte, em 1966).

Mais golos num jogo: 12 - Áustria-Suíça, 7-5 (1954).

Mais golos num prolongamento: 5 - Itália-RFA, 1-1, 4-3 após prolongamento (1970).

Empate com mais golos: 8 - Inglaterra-Bélgica, 4-4 após prolongamento (1954) e Estados Unidos-Colômbia, 4-4 (1962).

Mais golos numa final: 7 - Brasil-Suécia, 5-2 (1958).

Mais golos numa final por uma das equipas: 5 - Brasil-Suécia, 5-2 (1958).

Maior diferença de golos numa final: 3 - Brasil-Suécia, 5-2 (1958), Brasil-Itália, 4-1 (1970) e França-Brasil, 3-0 (1998). 

Menos golos numa final: Zero - Brasil-Itália, 0-0 após prologamento, 3-2 nos penáltis (1994).

Maior recuperação numa final: 2 - RFA (0-2 para 3-2 com a Hungria, em 1954).

Mais golos marcados numa edição: 27 - Hungria (1954).

Melhor média de golos marcados numa edição: 5,4 - Hungria (27 em 5 jogos).

Mais golos de um campeão: 25 - RFA (1954).

Menos golos de um campeão: 8 - Espanha (2010).

Menos golos de um finalista: 5 - Argentina (1990).

Pior média de golos marcados de um campeão: 1,14 - Espanha (2010).

Menos golos sofridos de um campeão: 2 - França (1998), Itália (2006) e Espanha (2010).

Mais golos sofridos de um campeão: 14 - RFA (1954) 

Menos golos sofridos numa edição: 0 - Suíça (2006).

Mais golos sofridos numa edição: 16 - Coreia do Sul (1954).

Maior diferença entre golos marcados e sofridos numa edição: +17 - Hungria (27-10 em 1954).

Pior diferença entre golos marcados e sofridos numa edição: -16 - Coreia do Sul (0-16 em 1954).

Maior diferença entre golos marcados e sofridos de um campeão: +14 - Brasil (18-4 em 2002) e Alemanha (18-4 em 2014).

Pior diferença entre golos marcados e sofridos de um campeão: +6 - Itália (11-5 em 1938, 12-6 em 1982) e Espanha (8-2 em 2010).

Mais jogos consecutivos a marcar: 18 - Brasil (1930 a 1958) e RFA/Alemanha (1934 a 1958 e 1986 a 1998).

Mais jogos consecutivos a marcar pelo menos dois golos: 11 - Uruguai (1930 a 1954).

Mais jogos sem golos marcados: 3 - Zaire (1974), Canadá (1986), China (2002) e Trindade e Tobago (2006).

Mais jogos consecutivos sem sofrer: 5 - Itália (1990) e Suíça (2006, 2010).

Mais jogos consecutivos sem marcar: 5 - Bolívia (1930, 1950, 1994), Argélia (1986, 2010) e Honduras (1982, 2010, 2014).

Mais jogos consecutivos a sofrer: 22 - Suíça (1934/1994).

Mais jogos consecutivos a sofrer pelo menos dois golos: 9 - México (1930/1958).

Mais jogos consecutivos a sofrer pelo menos três golos: 5 - México (1930/1950).

Mais jogos consecutivos a sofrer pelo menos quatro golos: 3 - Bolívia (1930/1950) e México (1930/1950).

Mais jogos disputados sofrendo sempre um golo: 6 - El Salvador (1970, 1982).

Primeiro jogo sem golos: Brasil-Inglaterra (1958).

Mais minutos sem sofrer golos: 559 - Suíça (1994, 2006, 2010).

Mais minutos sem sofrer golos num edição: 517 - Itália (1990).

Maior número de golos numa edição: 171 - 1998 e 2014.

Menor número de golos numa edição: 70 - 1930 e 1934.

Maior média de golos numa edição: 5,38 - 1954 (140 golos em 26 jogos).

Pior média de golos numa edição: 2,21 - 1990 (115 golos em 52 jogos).

Mais penáltis a favor: 18 - Espanha.

Mais penáltis convertidos: 15 - Espanha.

Mais penáltis desperdiçados: 4 - Brasil.

Mais penáltis assinalados numa edição: 29 (2018).

Mais penáltis convertidos numa edição: 22 (2018).

Mais penáltis falhados numa edição: 7 (2018).

Maior número de grandes penalidades assinaladas num jogo: 3 - Inglaterra-Camarões, 3-2 (1990).

Maior média de espetadores: 68.991 - 1994 (3,587.538 espetadores em 52 jogos).

Pior média de espetadores: 23.235 - 1930 (395.000 espetadores em 17 jogos).

Jogo com maior assistência: 173.850 - Uruguai-Brasil (1950).

Jogo com menor assistência: 800 - Estados Unidos-Paraguai (1930).

Países que mais vezes organizaram a prova: 2 - México (1970, 1986), Itália (1934, 1990), França (1938, 1998), RFA/Alemanha (1974, 2006) e Brasil (1950, 2014).

Países que organizaram a prova em conjunto: 1 - Coreia do Sul e Japão (2002).

Edição com mais estreantes: 10 - 1934 (Áustria, Egito, Espanha, Alemanha, Hungria, Itália, Holanda, Suíça, Suécia e Checoslováquia).

Edição com mais estreantes desde 1938: 6 - 2006 (Angola, Costa do Marfim, Gana, Togo, Trindade e Tobago e Ucrânia).

Edições com menos estreantes: 1 - 1950 (Inglaterra), 2010 (Eslováquia) e 2014 (Bósnia-Herzegovina).

Jogo disputado sob temperatura mais alta: 52 graus - RFA-Inglaterra (1970).

Jogos com prolongamento: 68.

Mais prolongamentos numa edição: 8 (1990, 2014).

Menos prolongamentos numa edição: Zero (1930, 1950, 1962, 1974).

Mais prolongamentos disputados: 11 - Alemnaha/RFA.

Mais vitórias em prolongamento: 5 - Itália.

Mais derrotas em prolongamento: 3 - Alemanha/RFA.

Primeiro jogo com prolongamento: Áustria-França (3-2 em 1934).

Primeira final com prolongamento: Itália-Checoslováquia (2-1 em 1934).

Finais decididas no prolongamento: 5 - 1934, 1966, 1978, 2010 e 2014. 

Jogos decididos no prolongamento: 38.

Jogos decididos nas grandes penalidades: 30.

Mais desempates por grandes penalidades: 5 - Argentina (2x1990, 1998, 2006, 2014).

Mais desempates por grandes penalidades vencidos: 4 - Alemanha/RFA (1982, 1986, 1990, 2006) e Argentina (2x1990, 1998, 2014).

Mais desempares por grandes penalidades perdidos: 3 - Inglaterra (1990, 1998, 2006), Itália (1990, 1994, 1998) e Espanha (1986, 2002, 2018).

Primeiro jogo decidido com grandes penalidades: RFA-Itália (3-3 após prolongamento, 5-4 nas grandes penalidades, em 1982).

Primeira final decidida nas grandes penalidades: Brasil-Itália (0-0 após prolongamento, 3-2 nas grandes penalidades, em 1994).

Finais decididas nas grandes penalidades: 2 - 1982 e 2006.

RECORDES INDIVIDUAIS

JOGADORES

Mais títulos: 3 - Pelé (Brasil), em 1958, 1962 e 1970.

Campeão mundial mais novo, jogador mais novo numa final e mais novo a marcar numa final: 17 anos e 249 dias - Pelé (Brasil), em 1958.

Campeão mundial mais velho e jogador mais velho numa final: 40 anos e 133 dias - Dino Zoff (Itália), em 1982.

Mais finais: 3 - Cafu (Brasil), em 1994, 1998 e 2002.

Mais finais por seleções diferentes: 2 - Luis Monti, em 1930 (Argentina) e 1934 (Itália).

Mais minutos em finais: 279 - Cafu (Brasil).

Mais vitórias: 17 - Miroslav Klose (Alemanha).

Jogadores com mais Mundiais: 5 - António Carbajal (México), entre 1950 e 1966, Lothar Matthãus (Alemanha), entre 1982 e 1998, e Rafael Márquez (México), entre 2002 e 2018).

Mais jogos: 25 - Lothar Matthãus (RFA/Alemanha), dois em 1982, sete em 1986, sete em 1990, cinco em 1994 e quatro em 1998.

Mais jogos a eliminar: 14 - Miroslav Klose (Alemanha).

Mais jogos como 'capitão': 17 - Rafael Márquez (México), 2002 a 2018.

Mais jogos como suplente utilizado: 11 - Denilson (Brasil), 1998 e 2002.

Mais minutos: 2.217 - Paolo Maldini (Itália), em 1990, 1994, 1998 e 2002.

Mais golos marcados: 16 - Miroslav Klose (Alemanha), cinco em 2002, cinco em 2006, quatro em 2010 e dois em 2014).

Mais jogos a marcar: 11 - Ronaldo (Brasil), três em 1998, seis em 2002 e dois em 2006 e Miroslav Klose (Alemanha), três em 2002, 2006 e 2010 e dois em 2014.

Mais jogos consecutivos a marcar: 6 - Just Fontaine (França), em 1958, e Jairzinho (Brasil), em 1970.

Mais jogos com pelo menos dois golos: 4 - Sandor Kocsis (Hungria), em 1954, Just Fontaine (França), em 1958, Ronaldo (Brasil), em 1998 e 2006, e Miroslav Klose (Alemanha), em 2002 e 2010.

Mais jogos consecutivos com pelo menos dois golos: 4 - Sandro Kocsis (Hungria), em 1954.

Mais golos numa edição: 13 - Just Fontaine (França), em 1958.

Mais golos num jogo: 5 - Oleg Salenko (Rússia), no jogo com os Camarões (6-1, em 1994).

Mais golos num jogo perdido: 4 - Ernst Wilimowski (Polónia), no jogo com o Brasil (5-6 após prolongamento, em 1938).

Mais golos numa final: 3 - Geoff Hurst (Inglaterra), no jogo com a Alemanha (4-2 após prolongamento, em 1966).

Mais golos em finais: 3 - Vavá (Brasil), dois em 1958 e um em 1962, Pele (Brasil), dois em 1958 e um em 1970, Geoff Hurst (Inglaterra), em 1966, e Zinédine Zidane (França), dois em 1998 e um em 2006.

Golos em mais do que uma final: 2 - Vavá (Brasil), dois em 1958 e um em 1962, Pele (Brasil), dois em 1958 e um em 1970, Paul Breitner (RFA), um em 1974 e um em 1982, e Zinédine Zidane (França), dois em 1998 e um em 2006.

Suplentes com golo da vitória na final: 1 - Mario Götze (Alemanha), no jogo com a Argentina (1-0 após prolongamento, em 2014).

Primeiro golo: Lucien Laurent (França), no jogo com o México (4-1, em 1930).

Golo 100: Edmund Conen (Alemanha), no jogo com a Bélgica (5-2, em 1934).

Golo 1.000: Rob Rensenbrink (Países Baixos), no jogo com a Escócia (2-3, em 1978).

Golo 2.000: Marcus Allbäck (Suécia), no jogo com a Inglaterra (2-2, em 2006).

Mais edições a marcar: 4 - Pelé (Brasil), entre 1958 e 1970, Uwe Seeler (RFA), entre 1958 e 1970, Miroslav Klose (Alemanha), entre 2002 e 2014, e Cristiano Ronaldo (Portugal), entre 2006 e 2018).

Mais edições com pelo menos dois golos: 4 - Uwe Seeler (RFA), entre 1958 e 1970, e Miroslav Klose (Alemanha), entre 2002 e 2014.

Mais edições com pelo menos três golos: 3 - Jürgen Klinsmann (Alemanha), entre 1990 e 1998, Ronaldo (Brasil), entre 1998 e 2006, e Miroslav Klose (Alemanha), entre 2002 e 2010.

Mais edições com pelo menos quatro golos: 3 - Miroslav Klose (Alemanha), entre 2002 e 2010.

Mais edições com pelo menos cinco golos: 2 - Teófilo Cubillas (Peru), em 1970 e 1978, Miroslav Klose (Alemanha), em 2002 e 2006, e Thomas Müller (Alemanha), em 2010 e 2014.

Mais anos entre o primeiro e o último golo: 12 - Uwe Seeler (RFA, 1958/70), Pelé (Brasil, 1958/70), Diego Maradona (Argentina, 1982/94), Michael Laudrup (Dinamarca, 1986/98), Henrik Larsson (Suécia, 1994/2006), Sami Al-Jaber (Arábia Saudita, 1994/2006), Cuauhtémoc Blanco (México, 1998/2010), Miroslav Klose (Alemanha, 2002/2014), Ivica Olic (Croácia, 2002/2014), Cristiano Ronaldo (Portugal, 2006/2018) e Lionel Messi (Argentina, 2006/2018).

Mais anos entre golos consecutivos: 12 - Michael Laudrup (Dinamarca, 1986/1998) e Ivica Olic (Croácia, 2002/2014). 

Mais 'hat-tricks': 2 - Sandor Kocsis (Hungria), em 1954, Just Fontaine (França), em 1958, Gerd Müller (RFA), em 1970, e Gabriel Batistuta (Argentina), em 1994 e 1998.

Mais 'hat-trick' consecutivos: 2 - Sandor Kocsis (Hungria) em 1954, e Gerd Müller (RFA), em 1970.

'Hat-trick' mais rápido e mais golos de um suplente num jogo: Laszlo Kiss (Hungria), marcou aos 69, 72 e 76 minutos, depois de ter entrado aos 56, frente a El Salvador (10-1, em 1982).

Mais golos de canto direto: 1 - Marcos Coll (Colômbia), no jogo com a União Soviética (4-4, em 1962).

Mais golos de penálti: 4 - Eusébio (Portugal), em 1966, Rob Rensenbrink (Países Baixos), em 1978, e Gabriel Batistuta (Argentina), em 1994 e 1998.

Mais penáltis falhados: 2 - Asamoah Gyan (Gana), em 2010.

Mais velho a marcar: 42 anos e 39 dias - Roger Milla (Camarões), no jogo com a Rússia (1-6, em 1994).

Mais novo a marcar: 17 anos e 239 dias - Pelé (Brasil), no jogo com o País de Gales (1-0, em 1958).

Mais novo a conseguir um 'hat-trick': 17 anos e 244 dias - Pelé (Brasil), no jogo com a França (5-2, em 1958).

Mais velho a atuar: 45 anos e 161 dias - Essam El-Hadary (Egito), no jogo com a Arábia Saudita (1-2).

Mais novo a atuar: 17 anos e 41 dias - Norman Whiteside (Irlanda do Norte), no jogo com a Jugoslávia (0-0 em 1982).

Mais novo guarda-redes a atuar: 19 anos e 191 dias - Lee Chang-myung (Coreia do Norte), no jogo com a União Soviética (0-3, em 1966).

Mais velho a estrear-se: 39 anos e 321 dias - David James (Inglaterra), no Inglaterra-Argélia (0-0 em 2010).

Mais velho a marcar o primeiro golo: 38 anos e 19 dias - Roger Milla (Camarões), no jogo com a Roménia (2-1 em 1990).

Mais velho a marcar numa final: 35 anos e 264 dias - Nils Liedholm (Suécia), no jogo com o Brasil (2-5, em 1958).

Mais velho a conseguir um 'hat-trick': 33 anos e 130 dias - Cristiano Ronaldo (Portugal), no jogo com a Espanha (3-3 em 2018).

Mais velho 'capitão': 40 anos e 292 dias - Peter Shilton (Inglaterra), no Itália-Inglaterra (2-1 em 1990).

Mais novo 'capitão': 21 anos e 109 dias - Tony Meola (Estados Unidos), no jogo com a Checoslováquia (1-5 em 1990).

Jogador com golos antes dos 20, dos 20 aos 30 e dos 30 aos 40: 1 - Lionel Messi (Argentina), em 2006, 2014 e 2018.

Golo mais rápido: 10,89 segundos - Hakan Sukur (Turquia), no jogo com a Coreia do Sul (3-2, em 2002).

Golo mais rápido numa final: 90 segundos - Johan Neeskens (Holanda), no jogo com a RFA (1-2, em 1974).

Golo mais rápido de um suplente: 16 segundos após entrar - Ebbe Sand (Dinamarca), no jogo com a Nigéria (4-1, em 1998).

Primeiro 'golo de ouro': Laurent Blanc (França), no França-Paraguai (1-0, após prolongamento, em 1998).

Primeira grande penalidade marcada numa final: Johan Neeskens (Holanda), no RFA-Holanda (2-1, em 1974).

Primeira grande penalidade falhada numa final: Antonio Cabrini (Itália), no Itália-RFA (3-1, em 1982).

Mais assistências numa edição: 6 - Pelé (Brasil), em 1970.

Mais assistências em finais: 3 - Pelé (Brasil), 1 em 1958 e 2 em 1970.

Mais edições com pelo menos uma assistência: 4 - Lionel Messi (Argentina), 2006 a 2018.

Expulsão mais rápida: 55 segundos - Jose Batista (Uruguai), no Uruguai-Escócia (1986).

Jogador com mais cartões: 7 - Javier Mascherano (Argentina), entre 2006 e 2018.

Jogadores mais vezes expulsos: 2 - Rigobert Song (Camarões), em 1994 e 1998, e Zinédine Zidane (França), em 1998 e 2006).

Primeiro selecionador a utilizar todos os convocados: Henri Michel (França), em 1978.

Campeão mundial que menos tempo jogou: 2 minutos - Marcelo Trobbiani (Argentina), em 1986.

Maior números de jogos sem sofrer golos: 10 - Peter Shilton (Inglaterra), de 1982 a 1990, e Fabien Berthez (França), de 1998 a 2006.

Maior número de minutos sem sofrer golos: 517 - Walter Zenga (Itália), em 1990.

Maior números de golos sofridos: 25 - Antonio Carvajal (México) e Mohamed Al-Deayea (Arábia Saudita).

Maior número de defesas em desempates por grandes penalidades: 4 - Harald Schumacher (RFA), em 1982 e 1986, Sergio Goycochea (Argentina), em 1990, e Danijel Subasic (Croácia), em 2018.

Maior número de defesas em apenas um desempate por grandes penalidades: 3 - Ricardo (Portugal), com a Inglaterra, em 2006, e Danijel Subasic (Croácia), com a Dinamarca, em 2018.

TREINADORES

Treinador com mais títulos: 2 - Vitorio Pozzo (Itália), em 1934 e 1938.

Treinador campeão por outro país: Nenhum.

Vencedores como jogador e treinador: Mário Zagallo (Brasil), em 1958 e 1962 (jogador) e em 1970 (treinador), Franz Beckenbauer (RFA), em 1974 (jogador) e 1990 (treinador), e Didier Deschamps (França), em 1998 (jogador) e 2018 (treinador).

Treinador com mais presenças: 6 - Carlos Alberto Parreira, Bra (1982, com o Kuwait, 1990, com os Estados Unidos, 1994 e 2006, com o Brasil, 1998, com a Arábia Saudita, e 2010, com a África do Sul).

Treinador com mais presenças por seleções diferentes: 5 - Velibor 'Bora' Milutinovic, Ser (1986, como o México, 1990, com a Costa Rica, 1994, com os Estados Unidos, 1998, com a Nigéria, e 2002, com a China) e Carlos Alberto Parreira, Bra (1982, com o Kuwait, 1990, com os Estados Unidos, 1994 e 2006, com o Brasil, 1998, com a Arábia Saudita, e 2010, com a África do Sul).

Teinador com mais presenças consecutivas: 5 - Velibor 'Bora' Milutinovic, Ser (1986, como o México, 1990, com a Costa Rica, 1994, com os Estados Unidos, 1998, com a Nigéria, e 2002, com a China).

Treinador com mais jogos: 25 - Helmut Schön (RFA).

Treinador com mais vitórias: 16 - Helmut Schön (RFA).

Treinador com mais vitórias consecutivas: 11 - Luiz Felipe Scolari, Bra (sete pelo Brasil, em 2002, e quatro por Portugal, em 2006).

Treinador com mais jogos consecutivas sem perder: 12 - Luiz Felipe Scolari, Bra (sete pelo Brasil, em 2002, e cinco por Portugal, em 2006).

Treinador mais novo: 27 anos e 267 dias - Juan José Tramutola (Argentina), em 1930.

Treinador mais novo a sagrar-se campeão: 31 anos e 252 dias - Alberto Suppici (Uruguai), em 1930.

Treinador mais velho: 71 anos e 317 dias - Otto Rehhagel, Ale (Grécia), em 2010.

Treinador mais velho a sagrar-se campeão: 59 anos e 200 dias - Vicente del Bosque (Espanha), em 2010.

ÁRBITROS

Árbitros presentes em mais edições: 3 - John Langenus (Bélgica, 1930/1938), Ivan Eklind (Suécia, 1934/1950), Benjamin Griffiths (País de Gales 1950/1958), Arthur Ellis (Inglaterra, 1950/1958), Juan Gardeazábal (Espanha, 1958/1966), Erik Fredriksson (Suécia, 1982/1990), Jamal Al Sharif (Síria, 1986/1994), Joël Quiniou (França, 1986/1994), Ali Mohamed Bujsaim (Emirados Árabes Unidos, 1994/2002), Óscar Ruiz (Colômbia, 2002/2010), Carlos Eugênio Simon (Brasil, 2002/2010), Marco Rodríguez (México, 2006/2014), Joel Aguilar (El Salvador, 2010/2018) e Ravshan Irmatov (Uzbequistão, 2010/2018).

Árbitro com mais jogos: 11 - Ravshan Irmatov (Uzbequistão, 2010/2018).

Árbitros que mais jogos numa edição: 5 - Horacio Elizondo (Argentina) e Benito Archundia (México), ambos em 2006, Ravshan Irmatov (Uzbequistão), em 2010, e Néstor Pitana (Argentina), em 2018.

Árbitro mais novo: 24 anos e 193 dias - Juan Gardeazábal (Espanha), em 1958.

x Árbitro mais velho: 53 anos e 236 dias - George Reader (Inglaterra), em 1950.

Árbitro que mostrou mais vermelhos: 6 - Arturo Brizio Carter (México), em 1994 e 1998.

Jogo com mais expulsões: 4 - Portugal-Holanda (1-0, em 2006).