Quando começou a expor a opinião nas redes sociais 'recebo ameaças de morte todos os dias'

Agir canta desde muito novo, aos 33 anos continua com a carreira musical e conquista várias gerações. O cantor esteve no Era o Que Faltava.

Bernardo de Carvalho da Costa conhece? E se lhe falarmos do Agir? É a voz de uma geração, ou de várias até: tem fãs dos 7 aos 70. Vimo-lo, há pouco tempo, a cantar dois temas do pai, Paulo de Carvalho no Festival da Canção. 

Agir é uma voz ativa nas redes sociais, “desde que comecei a expor mais as coisas que penso, recebo ameaças de morte todos os dias”, principalmente no Facebook. Apesar das ameaças diz “eu não ando na rua com medo que me venham bater”, aquilo que lemos nas redes sociais é uma realidade, mas “uma realidade em esteroides”. 

É filho de Paulo de Carvalho, mas só começou a aparecer “mais com o meu pai, quando eu senti que, as pessoas já não iam dizer “Ele só é cantor por causa do pai””. Não era uma questão de preconceito, até porque tem muito orgulho no pai. Nunca se fez valer dos contactos da família, “era incapaz”, tudo o que conquistou, foi sozinho. 

Agir conta que quando o pai ia falar às escolas e via que “que os miúdos não estavam muito interessados” dizia: “Eu sou o pai do Agir”. Este era o truque que tinha na manga para agarrar a audiência mais nova. 

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