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Mudar de casa com um recém-nascido? 'Não recomendo!'

Luís Filipe Borges é açoriano, acabou de mudar de casa com um bebé recém nascido e, ainda assim, teve tempo para esta conversa no Era o que Faltava!


Luís Filipe Borges foi pai e pouco tempo depois decidiu mudar de casa. À conversa com Rui Maria Pêgo e Ana Martins, contou a experiência! “Sendo pai de primeira viagem aos 43 anos e ainda por cima tendo resolvido com a Sara fazer uma coisa que eu não recomendo a ninguém que é, 12 ou 13 dias depois de termos tido um filho, mudar de casa…”. E como é que tem sido? “Tem sido um frenesim, entre loucura e alegria total e tudo depende do miudo, no fundo, se o miudo está bem, nós estamos fantásticos mesmo tendo dormido 3 horas”.

 

“Para Portugal? Mas onde é que tu achas que estás pah?”

O Luís ou o “boinas” como também é conhecido, é “açoriano de alma e coração”. No Era o que Faltava, falou deste “clássico”. “Acontecia muito, hoje bastante menos, mas acontecia muito, às vezes nem é por mal”. O “turista continental” está ao telefone e diz “ah isto é muito bonito, estou a gostar imenso, não, não, são só mais três dias cá, volto para Portugal no domingo! “Volto para Portugal no domingo!”. “Para Portugal? Mas onde é que tu achas que estás pah?”.
 

A Vida para além da Morte

‘O facto de nós sermos todos um empréstimo de ossos que anda aqui durante um tempo finito, de termos este potencial divino em nós humanos, faz-me acreditar que talvez, talvez, haja uma coisa qualquer” depois da morte. “Nem que essa coisa seja uma dimensão paralela onde as crianças inocentes que tiveram uma vida curta aqui, secalhar tenham uma vida preenchida ali!”

E há mais, diz Luís Filipe Borges: olhar para “coisas simples” como as abelhas “se as abelhas acabassem acabavamos todos… a natureza está demasiado bem organizada para ser uma coincidência”.

Luís Filipe Borges está no ar com “Mal Amanhados – Os Novos Corsários das Ilhas” e também com “Amigos da Bola”, está a finalizar documentários sobre Souto Moura e outro sobre Cargaleiro, e continua a escrever argumentos com o sentido de humor que lhe conhecemos.