Assim que apanhar a vacina vai diretamente para o Aeroporto da Portela

Joaquim Monchique esteve à conversa com o Rui Maria Pêgo e a Ana Martins no Era o Que Faltava.

Gravava as palmas da televisão para poder atuar sem público quando era pequeno. Durou pouco tempo essa coisa do anonimato: Joaquim Monchique é o grande ator e humorista que já fez de tudo, até do melhor Camões de sempre. Tem o monólogo mais visto do país, o “Paranormal”, e se contabilizarmos todas as suas peças, já deslumbrou mais de 2 milhões de espetadores no palco. Joaquim Monchique, o ator que se decidiu pela comédia porque acha triste uma pessoa sair de casa e meter-se no teatro para chorar.

O ator diz que “assim que for vacinado, eu acabo de levar a segunda toma, ainda estou meio cambaleando, já eu estou na portela”.  Ainda não sabe qual vai ser o destino, por isso vai repetir uma coisa que já fez antes, “ir para o aeroporto sem saber para onde é que vou e olhar para o canal das partidas e decidir”. 

Uma das coisas que mais o deixa orgulhoso é a relação de familiaridade que sente com as pessoas. Nestes 30 anos de carreira, “eu já fiquei parte da família dos portugueses, as pessoas falam comigo como se eu fosse um primo, ou um sobrinho ou um neto”. Esta relação “é muito engraçada porque as pessoas às vezes vêm e tratam por tu” e dizem “ainda ontem te vi, ou estás mais magro”. 

Pode ouvir a conversa aqui!


 

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