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A música 'leva-nos para uma espécie de região do cérebro em que nós nos alienamos'

O maestro Rui Massena, esteve à conversa com o Rui Maria Pêgo e a Ana Martins.

Chamam-lhe o maestro pop, toca piano desde os cinco, é maestro desde os 27 anos, foi o primeiro maestro português a dirigir no Carnegie Hall em Nova Iorque e tem três álbuns de sucesso enquanto pianista e compositor. 

Numa altura em que o músico ultrapassa meio milhão de ouvintes mensais nas plataformas de streaming, falamos sobre as mais de 30 orquestras que já liderou em diferentes países, os programas de televisão em que participou, e como a música salva. 

Rui Massena diz que estar ocupado a tocar ou mesmo a ouvir música, “leva-nos a para uma espécie de região do cérebro em que nós nos alienamos e há um lugar positivo, metafísico em que só vibras”. Acima de tudo, a música é “uma espécie de um comprimido”. 

Para o maestro, a melhor definição de fé vem do Cardial Tolentino Mendonça, “a fé é aquele momento em que está tudo escuro à frente e tu avanças, com a ideia de que vais encontra a luz”. O facto de termos deixado de projetar e viver no futuro, “é quase uma ideia do passo da fé. Acreditar que vamos vivendo o dia a dia e que vamos chegar a um sítio qualquer que é um sítio que faz sentido”. 

Pode ouvir a conversa aqui!