Em Omã com o português mais viajado do mundo

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Sempre à segunda-feira, um novo episódio com histórias de viagens vividas pela equipa da Rádio Comercial e também por personalidades da música e cultura. 

Com Ana Martins e sonoplastia de Mário Rui. 

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AI DESTINO: OMÃ COM NUNO LOBITO 

 

Tem 54 anos e é o português mais viajado do mundo. É, aliás, uma das 24 pessoas que já visitou todos os países do mundo (204 no total, apesar de a contagem oficial da ONU só mencionar 193).

O fotógrafo português, que também já teve um programa de viagens na RTP2 e seis livros de fotografia de viagem publicados, esteve 17 meses a viver em Omã, onde dava aulas de fotografia por duzentos euros por hora. Sim, leu bem. Mas Nuno Lobito também já viveu em Madagáscar,  ou numa cabana de madeira na Amazónia, onde criou um centro de terapias alternativas e de onde trouxe um filho índio.

Budista há mais de 30 anos, esta conversa é também uma viagem ao interior de nós próprios.

Episódio imperdível de Ai Destino com um mapa mundi de emoções nas histórias de Nuno Lobito.

Ah, e também falámos sobre Omã, claro.

 

6 CURIOSIDADES SOBRE OMÃ:

  1. Passar um sinal vermelho são 6 anos de prisão e vão buscá-lo a casa.
  2. Se o seu carro for branco e estiver sujo, apreendem-lhe o carro. O mesmo se fumar dentro do carro.
  3. Agora a parte boa: Omã tem deserto, tem excelentes praias e tem neve - em Janeiro, chegam a estar 4 graus negativos.
  4. Para casar com uma mulher em Omã, tem de pedir autorização ao governo e pagar um dote à família. O dote mais barato começa nos 80 mil euros. A mulher não pode escolher o marido nem recusar o casamento que lhe for proposto, sendo que há a possibilidade de ter de partilhar a responsabilidade marital com mais algumas mulheres. Imagine só ser esposa à segunda e à terça-feira.
  5. As classes sociais são muito claras: o Omani só assina cheques, não se vê a trabalhar. Depois há os europeus, os cérebros de lá. Os indianos, que fazem os trabalhos acima da média. E, finalmente, as pessoas do Bangladesh, Afeganistão e Paquistão, que fazem os “trabalhos menores”, como limpar ruas. Mas é uma sociedade equilibrada, no sentido em que os salários são bons e só se entra no país com um “sponsor”, que tem a responsabilidade de dar casa e comida a um trabalhador que vá para Omã. Por isso mesmo, não há sem-abrigo em Omã.
  6. Os primeiros a chegar a Omã foram os portugueses. Em Matara, o Rossio la do sítio, por exemplo, há um castelo português. E há mais fortes lusitanos espalhados por todo o país. Mascate, a capital de Omã, foi a maior base da armada portuguesa no Médio Oriente.

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