Viagem pelas tribos incontactáveis da Amazónia profunda

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Com Ana Martins e sonoplastia de Mário Rui. 

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Ai Destino - Amazónia com Miguel Baptista

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AI DESTINO: AMAZÓNIA COM MIGUEL BAPTISTA 

Em Janeiro de 2019, Miguel Baptista foi até à Amazónia do Equador em busca das tribos não contactáveis – tinha lido sobre elas num artigo da CNN. São tribos perigosas, porque defendem muito o seu território, mas o Miguel tinha o contacto de um desses chefes que representa as tribos da Amazónia do Peru e do Equador e que já esteve na ONU e noutras organizações mundiais. Foi à boleia dele que, a bordo de uma canoa, teve acesso a uma convenção de tribos da Amazónia. Ainda hoje está a tentar acreditar se é verdade. Foram 7 dias que pareceram meses.

 

5 razões para conhecer a Amazónia profunda:

  1. Se acha que ir a Manaus é exótico, bem-vindo à Amazónia não-turística. O Miguel e a Soraia faziam uma média de 7 a 10 horas por dia de canoa pelo rio Amazonas.
  2. Se atirar uma linha ao rio, com ovos de tartatuga a fazer de isco, apanha uns belos peixinhos no Rio Amazonas. Só não meta a mão dentro de água: há piranhas e crocodilos.
  3. Com as tempestades, as árvores caem para dentro do rio. A questão é: como distinguir um tronco de árvore de uma anaconda?
  4. Ver de perto a devastação de madeireiros e das petroleiras, a mentira que se vive na Amazónia – e contá-la ao mundo.
  5. Conhecer anciões de tribos com 135 anos. Como?

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