8 Surpresas sobre o Djibouti

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Sempre à segunda-feira, um novo episódio com histórias de viagens vividas pela equipa da Rádio Comercial e também por personalidades da música e cultura. 

Com Ana Martins e sonoplastia de Mário Rui. 

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AI DESTINO: DJIBOUTI COM DANIEL FERNANDES 

Quis o destino que o programa INOV Contacto de estágios internacionais levasse o engenheiro Daniel Fernandes a viver um ano no Djibouti.
Fica no “Corno de África”, junto à Eritreia, Somália e Etiópia, e é um país muito pequenino, com 800 mil habitantes.
É uma porta de entrada para mercadorias, uma zona militar muito concorrida com bases americanas e francesas, tendo em conta que a região em redor é bastante instável.
Mesmo não fazendo parte do circuito turístico internacional, o Daniel acha que é um país a ser visitado pelo menos uma vez na vida.

 

8 Surpresas sobre o Djibouti:

1. O Djibouti só tem uma cidade com o mesmo nome: Djibouti. Mas para já chegar foram 32 horas de viagem para o Daniel: Lisboa – Roma – Dubai – Adis Abeba – Djibouti

2. Olhando pela janela do avião só se vê areia, pó e pedras: o mais parecido com uma paisagem lunar.

3. Calor inimaginável – o mais fresquinho que pode sentir são 22 graus à noite.

4. Pessoas vestidas de forma colorida

5. Há um problema social com uma droga que toda a gente consome: é uma espécie de arbusto/anfetamina que vão mastigando durante o dia, e que faz as pessoas ficarem acordadas até às 4 da manhã. Há famílias que preferem gastar dinheiro nessa droga do que colocar os filhos na escola.

6. O Lago Assal é um dos pontos mais baixos do planeta e um dos lagos mais salgados do mundo. Junto ao lago há algumas furnas, um ambiente tipo Guerra das Estrelas.

7. Debaixo de água, nunca vai encontrar uma fauna marinha tão rica como naquela zona. É normal nada com raias ou tubarões-baleia.

8. Há migrações de dromedários que vão ser vendidos na Arábia Saudita, pelo que é provável alguém estar a passar na rua e ter de esperar meia hora até os dromedários atravessarem a rua.

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