12 Dicas para conhecer Hong Kong e Macau

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Com Ana Martins e sonoplastia de Mário Rui. 

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Ai Destino: Hong Kong e Macau com Miguel Cruz

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AI DESTINO: HONG KONG E MACAU COM MIGUEL CRUZ

Primeiro conselho: comece por Macau. Não faça como o Miguel Cruz, que começou pelo gigantismo de Hong Kong e sentiu alguma dificuldade em gerir expectativas quando chegou à pequena Macau.

A diferença é substancial: Hong Kong é uma megapolis financeira que junta 260 ilhas; Macau é uma antevisão do que será Hong Kong daqui a 20 anos, mas com o contraste entre a velha Macau portuguesa e a nova Macau chinesa dos casinos.

Um super-roteiro com o director de programação da estação irmã M80, que é também um dos mais eruditos viajantes que esta entrevistadora conhece.

12 Dicas para conhecer Hong Kong e Macau:

  1. Lembre-se de começar por Macau. Mas se quiser mesmo começar por Hong Kong, faça logo o tour panorâmico da cidade – fica com uma ideia geral e compacta, e quando vai em excursão passa à frente das filas (que são sempre mais que muitas!)
  2. É provavelmente o único sítio do universo onde uma das principais atrações são as Escadas Rolantes de nível médio de Hong Kong – é o maior conjunto de escadas rolantes do mundo!
  3. Tem de andar no Peak Tram, uma espécie de eléctrico que o leva ao Peak Tower com uma vista extraordinária para Hong Kong. Mais uma vez: as filas são infinitas se não for em excursão!
  4. “New attraction”: o Centro Cultural Tai Kwun é uma agradável surpresa. É a antiga cadeia de Hong Kong recuperada, com 16 edifícios históricos e espaços ao ar livre.
  5. Às 8 da noite há um “symphony light show” no Victoria Harbour – é a hora a que se acendem as luzes em Hong Kong. Há cruzeiros de uma hora com buffet e, se vir do mar para a terra, tem direito a uma vista panorâmica incrível.
  6. Caminhar de uma ponta à outra da Hong Kong Island: são 8 ou 9 km de passeio a pé, no meio das pessoas. Na Central Hong Kong, a arquitetura é uma exibição de poder.
  7. Ir à Ilha de Lantau, a maior ilha de Hong Kong, e andar no Teleférico Ngong Ping 360 que passa por cima das nuvens!
  8. Desbravar a Veneza do leste: faça o passeio de barco a uma vila piscatória para ver golfinhos brancos que nunca aparecem, uma vez que a verdadeira atração agora é a nova ponte que liga Macau a Hong Kong, com 55 km de comprimento, que a meio é afundada entre duas ilhas artificiais, com um túnel de 6,7 km, para permitir a passagem de barcos.
  9. Visitar a Velha Hong Kong, em Kowloon, onde não pode perder a Temple Street Market, com um mercado noturno onde há tudo quanto há (muita compra regateada, com produtos falsos, mas de boa qualidade!)
  10. Então e Macau? Ufa, depois de tudo isto é preparar-se para o contraste. A Velha Macau é Património Mundial da Humanidade, mas tem um aspecto mais sujo. A caminhada turística apontada pelos guias são cerca de 2 km. Percebe-se a influencia de Portugal, no nome das ruas, nas igrejas, na calçada portuguesa, na Igreja de São Domingos, na Casa do Mandarim, no antigo Casino de Lisboa, nas Ruínas de São Paulo que tem sempre imensa gente nas escadarias… Ao lado, há o Monte do Forte, onde tem uma vista esplendorosa sobre a Velha Macau, tipo Bairro Alto, e a Nova Macau, que são umas paredes de prédios.
  11. E depois, é suster o fôlego antes de entrar nos casinos da Nova Macau e tentar não esbanjar o ordenado todo numa noite! Há pessoas com malas de viagem a jogarem dentro do casino. A zona de Cotai é uma autêntica Las Vegas: o Venetian tem réplicas das gôndolas dos canais, o Parisian tem uma torre Eiffel escalável… Quer mesmo que continue? 

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