Maioria dos portugueses não acredita no amor à distância

Inquérito revela que menos de metade da população acredita nessa possibilidade.

22 de agosto de 2018 às 18:15Maioria dos portugueses não acredita no amor à distância

Mais de metade dos portugueses não acredita no amor à distância. É o que revelam os resultados do inquérito realizado pelo Momondo, um website de pesquisa de viagens.

No inquérito, mais de metade revela ter vivido um ou mais romances durante as férias e mais de um terço (38%) que o amor não tem problemas relacionados com a distância quando se trata de um relacionamento. De acordo com a empresa, 8% dos romances que começam durante as férias dão origem a casamentos ou a relações duradouras.

Ao analisar os gastos durante um namoro, a maior parte dos europeus gastam entre 500 euros a 1000 euros nos romances de férias, sendo os portugueses mais poupados do que a média. Os portugueses são os que gastam menos dinheiro durante o namoro, com 19% a não ultrapassar os 250 euros.

“Os portugueses são românticos por natureza, acreditam em bonitas histórias de amor e não consideram que a distância comprometa um relacionamento. Na verdade, 24% dos inquiridos que não vivem com a sua cara-metade, estão atualmente numa relação à distância (...), este tipo de namoro é uma realidade cada vez mais comum”, afirma Margarida Gameiro, porta-voz da Momondo.

O inquérito permite ainda confirmar que os italianos são os mais românticos, com 14%, seguidos dos franceses, com 1 em cada 3 (30%), a admitir ter tido várias paixões durante as férias.

Já os russos não perdem a esperança: 42% dizem nunca ter vivido uma paixão nas férias mas gostariam de o ter feito.

Em relação à distância num relacionamento, os alemães (20%) e os franceses (22%) declaram que é um fator determinante no futuro de uma relação.

O portal lançou hoje a aplicação (app) Connect us, que permite aproximar quem está longe.

Os utilizadores só precisam de selecionar os nomes dos aeroportos de partida e a app irá escolher os locais mais convenientes para se encontrarem a meio caminho.

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