Viagem à Alemanha: de Beethoven a Einstein

Os atuais campeões do mundo tentam apanhar o Brasil para um quinto troféu. Thomas Müller e Özil gostaram tanto da festa de há quatro anos que querem repeti-la.

11 de junho de 2018 às 07:00Viagem à Alemanha: de Beethoven a Einstein

Austeros, trabalhadores, eficientes: este é o caráter do povo alemão que a seleção de futebol do país bem encarna. Procura-se nova epopeia épica, como se fosse uma ópera de Wagner no relvado.

Futebol atual

Depois de uma transição pacífica, a Alemanha surge na Rússia com um objectivo bem definido: fazer o que ninguém faz desde 1958 e 1962, ou seja, revalidar o título mundial, êxito alcançado pela última vez pelo Brasil, nas competições jogadas no Chile e na Suécia. Do último elenco campeão do Mundo no Brasil, sairam jogadores como Mertesacker, Schweinsteiger, Klose, Podolski ou Lahm e entraram Werner, Kimmich, Gundogan e Goretzka. Uma renovação tranquila, mantendo como base uma espinha dorsal assente em Hummels, Kroos, Ozil, Muller, Khedira, Boateng e... Neuer, recuperado da lesão. A prova de que a Mannschaft continua a funcionar foi a fase de qualificação imaculada, com dez vitórias em dez jogos, com o estatuto de seleção mais concretizadora: 43 golos, a par da Bélgica. Só Inglaterra e Espanha (com três golos sofridos) sofreram menos golos que a Alemanha (4).

Entre o Mundial de há quatro anos e o de agora, a Alemanha passeou na Taça das Confederações, vencendo a competição com uma quase seleção B, reforçada com nomes como Kimmich, Hector e Draxler. A experiência de há um ano, na Rússia, serviu para manter o ADN de vitória da seleção de Joachim Low, considerada uma das principais favoritas a ganhar o Mundial. Quis o sorteio que na fase de grupos, enfrente México, Suécia e Coreia do Sul num grupo que não deverá beliscar o estatuto de favorita à Mannschaft.

 

Máquina de eficiência

A Alemanha é a seleção europeia mais gloriosa de todas: tetracampeã mundial; tricampeã europeia; uma Taça das Confederações; e ainda quatro vezes vice-campeã mundial. Nenhum país disputou tantas finais do Mundial como a Alemanha, oito ao todo, nem mesmo o Brasil. Irritamo-nos com a sua eficiência e a sua fleuma: nos momentos mais difíceis lutam em vez de desesperar; nos momentos em que estão por cima, continuam a esfalfar-se em vez de se deslumbrarem. Com a Alemanha, a probabilidade de sucesso é sempre maior, seja num passe, seja num remate à baliza.
 
Começaram a ganhar Mundiais mesmo quando os outros eram os superfavoritos, a até então invencível Hungria, em 1954. A equipa magiar deu show ao longo da qualificação e do Mundial, mas no final ganhou a Alemanha. A história repetiu-se perante a Laranja Mecânica de Cruijff em 1974, quando do lado da anfitriã Alemanha não jogavam futebolistas quaisquer: o destemido guardião Sepp Maier, o defesa comandante Beckenbauer e uma sociedade perfeita lá na frente entre o pé esquerdo de Overath e o instinto goleador de Gerd Müller. O novo e lindíssimo troféu do Mundial, com cinco quilos de ouro e um planeta protegido por duas figuras humanas, foi parar às mãos do capitão Beckenbauer. No Mundial de 1990, Andreas Brehme, Lothar Matthäus, Rudi Völler e Jürgen Klinsmann olearam bem a máquina germânica que só se desligou quando subiram à tribuna do Estádio Olímpico de Roma, como tricampeões do mundo, perante as lágrimas do vencido Maradona. Em 2014, os alemães estavam com tantas saudades de serem campeões do mundo que levaram tudo adiante, goleando Portugal e os anfitriões brasileiros, e deixando para trás a rival França. Na final, reencontro com a Argentina. Desta vez, o cabisbaixo chamava-se Lionel Messi, indiferente ao prémio FIFA de melhor jogador do torneio que recebera depois da final. Os responsáveis de nova tristeza argentina têm nomes: o quase imbatível Manuel Neuer, o pequenino só de tamanho Philipp Lahm, o centro-campista com visão de falcão Mesut Özil, o avançado inteligente Thomas Müller e toda uma engrenagem de fabrico alemão.
 
A espinha dorsal da seleção é normalmente do Bayern, o clube gigante que não cabe na sua Baviera, nem na Alemanha, e por isso vai acumulando títulos internacionais: cinco vezes campeões europeus, uma vez campeões do mundo, dois títulos intercontinentais, uma Taça das Taças, uma Taça UEFA e uma Supertaça Europeia. Basta? Não, ao Bayern nada basta. Tem sido um autêntico glutão interno, tendo acabado de festejar um inédito hexacampeonato. Parece que não, mas há outros grandes na Bundesliga que também foram campeões europeus, como o agora despromovido Hamburger SV e o muito apoiado Borussia Dortmund, que tem a melhor média de assistência da Europa, com mais de 80 mil espetadores em todos os jogos no Westfalenstadion. O Schalke 04, o Estugarda, o Borussia Mönchengladbach ou o Werder Bremen são outros históricos que têm dado competividade à liga interna durante muitos anos.

 
Máquina musical
O que chamamos de música clássica tem como país mais influente a Alemanha, antes mesmo desta existir. No período barroco, Bach (1685-1750) e Händel (1685-1759) foram absolutamente versáteis, com uma música que tem prolongado a sua vida de variadas formas, incluindo em bandas sonoras de filmes. A grandeza de Beethoven (1770-1827) impôs uma rutura, inspirando o novo movimento romântico. Nem a surdez absoluta dos seus últimos anos de vida quebrou a continuidade de uma obra colossal. As óperas de Wagner (1813-1883), como "Tristão e Isolda" ou "Parsifal", vieram agitar a música, suscitando paixões e acusações de antisemitismo. Wagner dividiu tantas opiniões no século XIX como, no século XX, Karlheinz Stockhausen (1928-2007), que repensou conceitos de música e levou a sua ousadia para a eletrónica.
 
É precisamente na eletrónica que está uma banda alemã absolutamente referencial, os robóticos Kraftwerk. Fizeram nos anos 70 álbuns conceituais sobre coisas absolutamente quotidianas: as auto-estradas, os comboios, a rádio e as radiações, os computadores. Quem pensa que precisão matemática nada tem a ver com criatividade está profundamente enganado. Os Kraftwerk eram um dos nomes de um movimento de krautrock que estava a inventar do nada uma nova Alemanha, depois da ressaca da II Guerra Mundial. Os Can, os Popol Vuh, os Neu!, os Cluster ou os Tangerine Dream, cada um à sua maneira, renovaram o rock com novos parâmetros que fizeram David Bowie pensar e tentar ousar durante a sua fase berlinense (1977-79). Este inconformismo com as convenções manteve-se no rock underground alemão, nas décadas seguintes, em especial com os berlinenses Einstürzende Neubauten, liderados por Blixa Bargeld (que acompanhou Nick Cave nos Bad Seeds durante muitos anos).
 
Entre as numerosas bandas alemãs ligadas ao metal e ao hard rock, a mais popular é de longe os Scorpions, há vários anos a tentarem-se despedir dos palcos mas a não conseguirem. Dentro da pop alemã, os Modern Talking e os Alphaville afeiçoaram-se à rádio em todo o mundo naqueles anos em que tínhamos um corte de cabelo que nos envergonha hoje.
 
 
Voltamos à música clássica para falar da Deutsche Grammophon, uma das editoras mais reputadas em todo o mundo que tem conseguido ter no seu catálogo alguns dos maiores compositores eruditos. É familiar ver na secção da clássica das lojas de discos tantas capas com aquele retângulo amarelo com a informação do título da obra, do seu autor e de quem o interpreta. É porque é um disco da Deutsche Grammophon. Se no século XIX, nasceu a Deutsche Grammophon, no século XXI apareceu em Berlim o Soundcloud, o famoso espaço online de partilha de música e de sons que hoje em dia todos nós usamos.

 
Máquina de fazer cerveja
O grande epicentro da cerveja é na Baviera (sul da Alemanha). Quase porta sim, porta não, há uma cervejaria nas ruas de Munique. Em dias de sol, os alemães ocupam esplanadas e esplanadas com aqueles canecões de cerveja (alguns de um litro, ou em alemão ein masse, ou de meio-litro, ein halbe). Ninguém leva a mal que a onda de espuma extravase o próprio copo e molhe as bem desenhadas bases. Dos mais de cinco mil tipos de cerveja alemã, a mais respeitada é a cerveja de trigo, que pede um copo alto que abre no topo em forma de balão. A marca mais famosa em Portugal é a Erdinger que já vai aparecendo nalgumas torneiras de bares, nos menus de restaurantes e em muitos supermercados. Dos muitos festivais de cerveja na Alemanha, o mais popular é o Oktoberfest, que ocorre no início do Outono em Munique (onde é que havia de ser?). É um autêntico desfile folclórico, com aquelas bandas de homens de chapéus de pena e suspensórios a segurarem os calções. Todos eles parecem sempre felizes.
 
Na Alemanha, não é a cerveja que acompanha o prato. É o prato que acompanha a cerveja. A escolha é quase consensual: a salsinha alemã. É tão inevitável falar da salsicha na cozinha alemã como do bacalhau na gastronomia portuguesa. As salsichas, ou wurst, aparecem de todas as formas, no grande prato ou no pão, carregados de especiarias, com recheios aproveitados de várias carnes. Há ao todo 1500 tipos de salsichas, umas mais compridas, outras mais gordinhas. Elas lá vão parar a um prato alemão numa qualquer cervejaria, normalmente acompanhadas de batatas, um tubérculo muito querido na cozinha alemã.
 
Ainda mais numerosas que as cervejarias nas ruas alemãs são as padarias, espaço central para se beber café e tomar uma refeição (um pequeno-almoço ou um lanche). Além da diversidade de pão, têm um confeitaria bem colorida que embeleza qualquer montra. O Schwarzwälder, ou bolo da Floresta Negra, feito de camadas de chocolate, chantilly e doce de cereja, com um toque por cima de licor de cereja local, é uma tentação. Enganem-se os que pensam que só os austríacos comem strudel de maçã, os alemães também se deliciam com este bolo, em especial os do sul. Outro doce famoso, e mesmo omnipresente, é o berliner: bolinha frita algures entre o donut e a bola de Berlim, polvilhada de açúcar em pó e com recheio de geleia. O marzipan (feito de massa de amêndoa e açúcar) da cidade do norte Lübeck é um ex-líbris da doçaria alemã - mas, cá entre nós, fica aquém dos doces finos do Algarve. As gomas são o doce gelatinoso que alimenta uma enorme indústria e agrada a todo um povo, especialmente crianças.

 
Outras máquinas
A indústria automóvel alemã dá logo uma imagem da pujança do país. A Volkswagen soube criar modelos intemporais que ainda hoje cultivam fãs, como o redondinho Carocha ou a famosa carrinha W Van, a viatura mais transgeracional dos autocaravanistas. Mas há muito mais. Só o nome de Mercedes impõe respeito, enquanto que a imagem da potência dos carros BMW não se fica muito atrás. A Opel e a Audi são também omnipresentes em qualquer rua portuguesa. Os alemães fazem, aliás, automóveis para todos os gostos, desde o mais luxuriante e veloz Porsche ao mais urbano e pequenino Smart. A predominância dos alemães no mundo automóvel é total e entra pelas oficinas adentro, se pensarmos na Bosch (ligada à engenharia eletrónica) ou nos pneus da Continental. Tendo uma ideia da produção industrial alemã a uma escala tão global, percebemos porque é que a Alemanha é uma potência económica. Essa vastidão alemã está traduzida na própria Siemens, que se estendeu das telecomunicações aos transportes ferroviários, passando por softwares eletrónicos e pela tecnologia de energias renováveis.

A Braun está presente nas nossas cozinhas, através das batedeiras, máquinas de café e afins. Alguns destes produtos podem ser vendidos no Media Markt, grande superfície comercial de produtos elétricos alemã tão implantada em Portugal quanto os supermercados do Lidl e do Aldi. O serviço de correios DHL é igualmente familiar. Duas das maiores marcas desportivas são alemãs e rivais entre elas, e por cá andam: a Adidas e a Puma. Também as usamos. Só em Portugal há 87 lojas de roupa da Boss. Mais difícil é de contar o número de sopas Knorr que já comemos na vida, ou o número de vezes que tivemos que tomar um produto farmacêutico da Bayer, ou as vezes que hidratámos a pele com creme Nivea. A Alemanha está no nosso paladar, na nossa pele e, até, no nosso bom cheiro, se tivermos em conta a água de Colónia, que deve o nome à sua cidade alemã de berço. Uma das marcas de máquinas fotográficas mais icónicas é a alemã Leica, tão conhecida pela sensibilidade para a luz e cor como pelo tamanho maneirinho que cabe na palma da mão.

Da produção de imagem passamos para a qualidade da sua reprodução, se nos lembrarmos dos livros de arte da editora Taschen, em que o conteúdo enciclopédico das coleções é abrilhantado pelo grafismo e pelas imagens exemplares. Se os alemães sabem publicar, melhor ainda souberam escrever. Por alguma razão, o Prémio Nobel da Literatura já foi atribuido a 13 escritores alemães, três deles Hermann Hesse (autor do livro "Siddhartha"), Thomas Mann (conhecido pela "Morte em Veneza") e Günter Grass (talvez o maior escritor alemão do pós-guerra). Goethe (1749-1832) não ganhou o Nobel porque o prémio não existia no século XIX, mas a versatilidade do seu trabalho de letras (da poesia ao estudo da botânica) é inquestionável. Ainda na escrita e sobretudo no pensamento, muitos dos filósofos alemães cruzaram-se nos nossos programas de ensino, seja a "Crítica da Razão Pura" de Kant, a dialética entre tese e antítese de Hegel e o seu impacto no materialismo histórico de Karl Marx, o pai do comunismo.

A intelectualidade alemã também se deu bem com as imagens - e de que maneira. O nosso olhar fica mais rico se tiver a sorte de apreciar a pintura mais paisagistica de Caspar David Friedrich (1774-1840), o surrealismo de Max Ernst (1891-1976), as performances controversas de Joseph Beuys (1921-1986) ou os efeitos curiosos das instalações da ainda viva Rebecca Horn. A nível de arquitetura e design, a escola Bauhaus resistiu à oposição nazi e tornou-se um movimento modernista planetário. A sensibilidade visual alemã fez-se sentir igualmente na sétima arte, logo desde os tempos do cinema mudo, como de forma bem expressionista nos filmes "O Gabinete do Doutor Caligari" de Robert Wiene (de 1920), o vampiresco "Nosferatu" de Murnau (de 1922) e "Metropolis" de Fritz Lang (de 1927), esta última longa-metragem influenciada pelo Bauhaus na cenografia e inovadora na introdução de efeitos visuais. À frente das câmaras, o cinema alemão produziu grandes atores, nomeadamente a diva Marlene Dietrich, contemporânea e rival da atriz Leni Riefenstahl, que ficaria mais conhecida na história do cinema através dos documentários do regime nazi, como o "Triunfo da Vontade" (sobre um comício de Adolf Hitler), ou "Olympia", sobre as olímpíadas de Berlim de 1936, onde a maior estrela é um negro, o velocista e saltador norte-americano Jesse Owens (que ganharia quatro medalhas de ouro). Como muitas vezes acontece no cinema alemão, "Olympia"  destaca-se pelas inovações técnicas, sobretudo neste caso o uso pioneiro do travelling (em que a câmara viaja no espaço e não apenas sobre o seu próprio eixo). Por causa da II Guerra Mundial e do Holocausto, os alemães e o seu Führer Adolf Hitler passaram a ser retratados justamente como os maus da fita em tantos e tantos filmes pelo mundo fora. Na urgente reinvenção de uma nova Alemanha depois das cinzas, o novo cinema alemão também participou com o seu cunho revolucionário, através de realizadores de marca muito personalizada como Rainer Werner Fassbinder (que desafiou tabus sociais), o mais expedicionário Werner Herzog (fascinado pela luta do homem com as condições extremas da natureza) e Wim Wenders, o autor de "Paris, Texas" e "As Asas do Desejo", que já filmou os Madredeus na sua querida Lisboa em "Lisbon Story" e tem tido uma obra coesa enquanto documentarista melómano, de que "Buena Vista Social Club" (sobre um supergrupo de veteranos da música cubana) é exemplo.

Invenções é mesmo com os alemães. Gutenberg, o pai da imprensa escrita, divulgou a impressão em série de publicações no século XV. Os dirigíveis, espécie de grandes navios no ar, foram concebidos por Zeppelin. O motor a diesel foi um rasgo de Eureka! de Rudolf Diesel. O primeiro computador programável, o computador moderno, começou na cabeça de Konrad Zuse. E a Teoria de Relatividade tem a assinatura de Einstein.

Citando o histórico do medalheiro olímpico, a Alemanha é a terceira maior potência desportiva de sempre, apenas atrás dos Estados Unidos e da União Soviétiva/Rússia. Parte da culpa é dos desportos de inverno, com um número tão elevado de medalhados que dava para fazer uma cidade. Na patinagem artística, Katarina Witt encantou milhões de telespetadores nos anos 80 com as suas perícias e dando à RDA (a extinta República Democrática Alemã) duas medalhas de ouro olímpicas nas Olimpíadas de 1984 e de 1988. Magdalena Neuner é a mulher dos bis: biatleta e bicampeã olímpica.O saltador em esqui Jens Weißflog foi outro herói da neve, com um total de três medalhas de ouro... Os alemães ganham de todas as formas e feitios, até mesmo sobre a areia, nas Olímpiadas de verão, através da equipa feminina de volei de praia que é a atual campeã olímpica. O andebol é uma das grandes paixões desportivas dos germânicos, e a seleção masculina já contribuiu para este rescaldo histórico olímpico com uma medalha de ouro em 1936 e mais uma quantas medalhas. Para o historial da seleção alemã de andebol, contam também três títulos mundiais e um europeu. Um dos recordes desportivos que mais orgulha os alemães são os sete títulos mundiais de Michael Schumacher que fazem dele o melhor piloto de fórmula 1 de sempre. Nos courts, Boris Becker deixa na memória seis Grands Slams ganhos, duas Taças Davis para a Alemanha Ocidental e vários jogos épicos contra o rival sueco Stefan Edberg. Becker fica para a história como o mais jovem de sempre a ganhar um Torneio de Wimbledon, com apenas 17 anos, em 1985. Maior feito que este no Torneio de Wimbledon só o da compatriota Steffi Graff que conseguiu quebrar o longo reinado de Martina Navratilova no relvado mais famoso do ténis. Graff viciou-se a ganhar, tendo vencido os quatro Grand Slams existentes, com um total de 22 troféus, e a medalha de ouro em individuais no regresso do ténis aos Jogos Olímpicos em 1988. Os alemães não fazem apenas máquinas; os alemães são eles próprios umas autênticas máquinas.

 


 

 

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