Fechado o Palco Santa Casa do MEO Marés Vivas

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa associa-se pelo sétimo ano ao Festival Meo Marés Vivas.

12 de junho de 2017 às 08:35Fechado o Palco Santa Casa do MEO Marés Vivas

A Santa Casa da Misericórdia de Lisboa associa-se pelo sétimo ano ao Festival Meo Marés Vivas.

No primeiro dia do festival, 14 de julho, sobem ao palco Santa Casa Os Quatro e Meia e Souls Of Fire. Em Maio de 2013, cinco amigos com gosto pela música juntavam-se para uma pequena atuação num Sarau de Gala no TAGV, em Coimbra. Estava assim realizada a primeira reunião d'Os Quatro e Meia. Atualmente com seis elementos - João Cristóvão Rodrigues (violino e bandolim), Mário Ferreira (acordeão e voz), Pedro Figueiredo (Percussão), Ricardo Liz Almeida (guitarra e voz), Rui Marques (contrabaixo) e Tiago Nogueira (guitarra e voz), Os Quatro e Meia procuram, de uma forma descontraída e bem-disposta, conferir novos olhares e sonoridades na composição de canções feitas na língua de Camões.

Contar a história dos Souls of Fire representa uma viagem sonora aos últimos 15 anos da música portuguesa. Com a timidez natural da idade, aconteceram os primeiros encontros, corria o ano de 2000, mas a vontade e o desejo de algo maior materializaram-se e de uma brincadeira de amigos que tinham em comum a paixão à praia, ao surf e às Jam sessions improvisadas se fez o colectivo que tem hoje no currículo salas cheias de Norte a Sul do país. Seguiram-se anos de experimentação e muitas atuações em palcos nacionais que viriam a provocar um amadurecimento dos músicos de Souls of Fire e também da própria banda como um todo. Surge assim, em 2006, o primeiro longa duração editado sob o título "Comunicar".  O último álbum remonta ao ano de 2012 e tem o carimbo da NOS Discos. "Pontas soltas", assim se chama.

No dia 15 de julho é a vez de subirem ao Palco Santa Casa os Mundo Segundo, Kappa Jotta e João Pequeno. Mundo Segundo é MC, produtor e ex b-boy, mas é também uma figura incontornável do hip-hop português e um dos mais ativos embaixadores do movimento. Falar do seu percurso é recuar no tempo até à década de 90, altura em que começou a dar os primeiros passos na música, e passar em tom de nostalgia quase 20 anos de carreira que influenciaram muitas gerações tanto a nível artístico como social, e que ficaram marcados pela incessante procura por novos ambientes e estéticas sonoras. É incontornável recordar neste regresso ao passado as míticas "Nova Gaia Hip-Hop Sessions" da qual foi criador e que ao longo de quase dez anos acolheram bandas de norte a sul do país no antigo Hard Club, na marginal de Gaia. Parte integrante dos Dealema, um dos casos mais sérios de longevidade no hip-hop português. A par das edições discográficas, teve a oportunidade de abrir a solo espetáculos para algumas lendas do hip-hop americano de que são exemplo M.O.P, Dilated Peoples, Masta Ace, Marco Polo, Beatnuts, Pharaoh Monch, A.Z., entre outros.

Kappa Jotta, é um nome sonante e influente no mundo do Hip-Hop/Rap/Urban Music português, um dos nomes mais falados da nova escola, tendo ganho o prémio de "artista revelação 2014" por um dos sites mais conceituados de hip-hop português (HipHopWeb). Kappa Jotta já passou por alguns dos grandes palcos como o Mítico Hard Club, tendo partilhado palco com nomes como, Sam the Kid, Mundo Segundo, ou Allen Halloween, Kappa Jotta garante um concerto intenso, com uma enorme interação com o público.

E para terminar o dia 16 de julho com ÁTOA e Caelum's Edge. Os ÁTOA são uma recente banda portuguesa, constituída por por quatro elementos (o João, o Guilherme, o Rodrigo e o Mário). E "chamam-se ÁTOA porque no início foi assim, tudo era um pouco à toa" (dizem eles na sua bio da página oficial do Facebook). A banda surgiu do nada. Eles simplesmente faziam música porque isso lhes dava prazer. Hoje têm um objetivo: "fazer boa música cantada em português". As suas músicas, segundo eles, refletem as suas vivências e a amizade que estes quatro rapazes têm e mantêm há já muito tempo.

Os Caelum's Edge são uma banda portuguesa de Pop Rock/Space Rock formada em 2012. Depois de saírem vencedores da primeira edição do EDP Live Bands, os Caelum levaram a sua música de norte a sul em mais de 40 concertos entre Portugal e Espanha em 2015. No seu currículo destacam-se atuações como o Festival NOS Alive (2013 e 2014), Hard Club Porto, Rock no Rio Sado, entre outros. No inicio de 2016 partiram para uma nova aventura com o lançamento do seu primeiro álbum "Enigma", editado pela Sony Music Portugal, produzido por Vasco Ramos e Filipe Oliveira (More Than A Thousand) e masterizado por Paul Leavitt (All Time Low, Yellowcard). Os Caelum preparam agora um novo single com lançamento previsto para breve.

O cartaz do palco principal do MEO Marés Vivas é este:
 
14 de julho
Tom Chaplin
Agir
Bastille
Diogo Piçarra
 
15 de julho
Scorpions
Amor Electro
Expensive Soul
Lukas Graham
 
16 de julho
Sting
Seu Jorge
Miguel Araújo
Joe Sumner
 
O MEO Marés Vivas decorre entre 14 e 16 de julho (entre sexta e domingo), em Vila Nova de Gaia. Os bilhetes já estão à venda pelos preços de 35 euros (diários), 60 euros (passes gerais) e 150 euros (passes gerais VIP).

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