A viagem que fez Carminho trabalhar na casa da Madre Teresa de Calcutá

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Sempre à segunda-feira, um novo episódio com histórias de viagens vividas pela equipa da Rádio Comercial e também por personalidades da música e cultura. 

Com Ana Martins e Mário Rui. 

Ai Destino, Ai Destino: Calcutá com Carminho

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AI DESTINO: CALCUTÁ COM CARMINHO

Calcutá chegou a ser capital da Índia, é uma das cidades mais pobres do mundo, mas é sobretudo “mágica”, diz-nos Carminho.

 

A fadista já lá esteve vezes: a última foi de fugida, antes de um concerto; a primeira foi há dez anos, quando fez voluntariado na casa da Madre Teresa de Calcutá durante dois meses. Qualquer pessoa pode fazê-lo, durante o tempo que quiser: é só aparecer à terça-feira, bater à porta e ser encaminhado para uma das muitas casas que prestam apoio aos pobres de Calcutá.

 

Sendo essa a experiência mais inesquecível e profunda na viagem da Carminho pela Índia, há também recomendações mais frugais para o turista comum: ver um jogo de cricket no Eden Garden, o maior estádio da Índia; ir ao Mercado das Flores, onde as coroas de flores para oferendas são o ex-líbris, assim com as pirâmides de pigmentos em pó para pintar os tecidos e as caras “com umas cores que não dá para acreditar”; ou ir ao New Market, onde há saris, carteiras, pulseiras e tudo o que vai querer trazer para casa.

 

E a comida, ai a comida. Sorte da Carminho que tem estômago para aguentar até a deliciosa, mas por vezes duvidosa, comida de rua.

 

Uma viagem incrível por Calcutá, uma cídade “hibrida que não é nem inglesa, nem completamente indiana, mas que é deles”.  

 

 

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